não vejo hoje com os mesmos olhos de ontem. as lembranças que ficaram já se foram e o que não foi jamais será o mesmo. mesmo se eu quisesse agora. bestas humanas se calam diante do perigo e se escondem dentro dos palácios. já convivi com uma ali em são cristóvão na cavalaria quando fui soldado e rasguei bandeiras e depois com outras na terra prometida entre as bananeiras e aqui agora diante dessas outras que se dizem flores pelas laranjeiras.
artur carNAvalha gumes
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